A Janela

 

Num asilo para homens idosos, um velho ranzinza – JOAQUIM - é transferido de uma ala comum para um quarto menor onde poderá passar seus últimos dias com mais tranqüilidade. No quarto ele encontra já instalado, MARIO, que apesar de suas condições de saúde precárias é bem humorado e otimista. Os dois velhos são cuidados por TIAGO e RUI sob as ordens estritas de IRMÃ SOFIA.

Para passar tempo, e também para entreter seu novo companheiro de quarto, MARIO regularmente - e com todos os detalhes - descreve o que ele pode ver através da janela. Tem muita coisa acontecendo lá fora e JOAQUIM, confinado ao outro extremo do quarto, vai ficando cada vez mais frustrado e invejoso por não poder ver com seus próprios olhos.

MARIO freqüentemente passa muito mal durante as noites. Uma noite, MARIO tem uma crise especialmente forte com muita dificuldade para respirar. JOAQUIM sabe que ele deve pedir ajuda aos enfermeiros mas – tão invejoso da "cama com vista" – ele decide não chamar ninguém. MARIO morre. No dia seguinte, quando o corpo de MARIO é removido JOAQUIM pede para que sua cama seja movida para perto da janela. IRMÃ SOFIA concorda e TIAGO e RUI fazem a mudança.

Finalmente, e com grandes expectativas, JOAQUIM estica o pescoço para ver todo aquele universo do lado de fora da janela. Seu rosto fica paralisado. Tudo que vê é apenas o paredão de um armazém vizinho. Tudo aquilo que MARIO havia descrito não passava da mais pura ficção.

Olhando para o alto, ele vê apenas a mais ínfima lasquinha de azul do céu.

Direção Brian Sterner
Curta 15m , Breve!!

As Anjas

 

Seis mulheres e um segredo. No passado, Afonsina, Constança, Eulália, Amélia, Deise e Angelina formaram um grupo secreto que ficou conhecido como "As Anjas". Unidas em torno de um objetivo comum, curtir a liberdade a qualquer custo, o grupo teve a carreira encerrada prematuramente por um terrível acontecimento. Hoje, vinte e cinco anos depois, em uma casa abandonada, "As Anjas" serão reunidas novamente por um misterioso anfitrião, um fantasma do passado que voltou para acertar as contas definitivamente. O reencontro traz à tona antigos medos, emoções e conflitos. Cara a cara com seus erros e pecados, "As Anjas" terão que escolher entre a culpa que carregam e a própria vida. Uma história sobre crime e castigo, medo e arrependimento; sobre como nossas escolhas podem determinar o nosso destino... ou a ausência dele.

Breve nos teatros!
Pronac nº 110715
www.cultura.gov.br/site/

O Inferno Sou Eu


SINOPSE DO ESPETACULO
Como seria o encontro de Simone de Beauvoir com Dorinha, uma jovem estudante de Letras do Recife, em 1960, apaixonada pelos ideais libertários da época?

Muito já foi dito e escrito sobre a escritora e filósofa francesa, e mesmo quase trinta anos após sua morte, as discussões sobre sua vida e obra continuam extremamente atuais. Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir ficaram três meses no Brasil em 1960, e seus últimos dias foram passados no Recife.

Como Simone ainda não estava curada de tifo, que contraíra na Amazónia, eles se hospedam na casa de Marta, por quem Sartre se apaixona. Marta, então, contrata Dorinha para cuidar de Simone.

Sexo Cinema - Os Dois Corpos Fumegantes

O grande escritor Mário Prata atestou a qualidade da escrita e acima de tudo o conhecimento, que Maurício Nunes tem sobre cinema, ao escrever o prefácio do livro "Sob a Luz do Cine Star" do jovem autor. Em um dos trechos do prefácio, Mário escreveu: "Para se escrever qualquer coisa são necessários dois sets: o primeiro é saber escrever. O segundo, ter sobre o que escrever. Maurício sabe escrever e tem o que dizer. Não tenho mais nada acrescentar..."

O livro ainda teve elogios de Washington Olivetto, Selton Mello, Dualibi e até Paulo Coelho, pela forma com que Nunes divaga sobre diversos temas pela ótica do cinema com o talento único de envolver suas idéias de forma criativa e muito bom humor, tornando textos repletos de filosofia em uma leitura fácil e prazerosa.

Após o sucesso de "Sob a Luz do Cine Star", o autor dedicou atenção especial ao seu novo livro "Sexo, Cinema & Dois Corpos Fumegantes", onde após uma pesquisa de anos e mais de 3800 filmes assistidos, ele selecionou mais de 600 cenas picantes, ousadas e sensuais de todos os tempos no cinema. É notório a todos a influência que a sétima arte tem sobre nossas vidas e não seria leviano dizer que esta influência tem um peso gigantesco também em nossa vida sexual.

O sucesso de livros de auto-ajuda para casais manterem acesa a chama do relacionamento e outros dando dicas de posições, cantadas, entre diversos outros assuntos ligados a nossa sexualidade, deixam mais do que claro que sexo sempre foi e sempre será assunto popular e de vasta aceitação. Junte sexo com cinema e pode ter certeza que o prazer será dobrado.

Sexo, Cinema e Dois Corpos Fumegantes é um guia sobre a história do sexo no cinema com 69 sugestivos capítulos com os melhores filmes, as melhores cenas, posições, bond-girls, personagens, músicas, fatos curiosos, atores, atrizes e até desenho animado, tudo com extrema sensualidade, informação e claro com um bom gosto impecável.

O livro traça um paralelo histórico e elucidativo desde 1915, quando Audrey Munson arrancou a primeira calcinha frente às câmeras, até os dias de hoje com a nudez monumental de atrizes como Nicole Kidman e Angelina Jolie.

Para dar maior credibilidade ao tema "Sexo", o Dr. Jairo Bouer – MTV, Folha de São Paulo, Futura, UOL -, autoridade nacional no assunto, aceitou escrever o prefácio do livro, o que enriquece mais ainda a obra.

O diretor de jornalismo do programa do Jô, enalteceu o trabalho de Nunes, escrevendo a orelha de Sob a Luz do Cine Star. Nesta nova obra um grande nome do cinema internacional se comprometeu a fazer a contra capa do livro.


Os Monólogos da Vagina

"Quem assiste a esta peça nunca mais olha para o corpo de uma mulher como antes". Assim definiu a autora Eve Ensler em meados de 96 ao estrear no circuito Off-Broadway de Nova York "Os Monólogos da Vagina", desde então causando furor em platéias por onde passa.

No Brasil não poderia ter sido diferente. Há 09 anos ininterruptos em cartaz, o espetáculo, adaptado e dirigido por Miguel Falabella, já foi assistido por mais de 900 mil pessoas passando por mais de 50 cidades brasileiras. A base do texto são depoimentos verídicos de mais de 200 mulheres que Eve colheu em todo o mundo "como quem colhe flores", e que transcreve de uma maneira bem humorada, direta e livre de preconceitos.

Sucesso absoluto desde a sua estréia, a peça explodiu como fenômeno Teatral em mais 36 países, embora tenha sido proibida em lugares como Pequim – aonde nem chegou a estrear. Tamanha polêmica chamou a atenção de estrelas da grandeza de Glenn Close, Whoopi Goldberg, Wynona Rider, Susan Sarandon e Jane Fonda, que se juntaram a causa, encenando-a em eventos beneficentes, e tendo como ilustre apoiadora a atual Secretária de Estado Hillary Clinton.



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